domingo, 19 de agosto de 2007

INVICTUS

Fora da noite que me envolve,
Negra como um abismo de um pólo a outro,
Agradeço aos deuses que existem,
A alma indomavél que me deram.
Na cruel garra das circunstâncias,
Não tremi nen clamei:Sob os capichos da sorte,
Minha cabeça sangrou, mas não se curvou.
para além deste mundo de ira e de lágrimas,
Diviso apenas o horror das sombras
Entretanto a ameaça dos anos,
Me encontrou sempre sem medo.
Por mais estreita que possa ser a porta,
Seja qual for o castigo imposto,
Sou senhor do meu destino,
O capitão de minha alma.



Willian Enerst Henley

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Aqueles sem alma!


Sobre o campo lúgubre,
Esconde os passados perdidos,
Apagados pela memoria do tempo,
Em um deserto de solidão,
A alma do perdido!