Fora da noite que me envolve,
Negra como um abismo de um pólo a outro,
Agradeço aos deuses que existem,
A alma indomavél que me deram.
Na cruel garra das circunstâncias,
Não tremi nen clamei:Sob os capichos da sorte,
Minha cabeça sangrou, mas não se curvou.
para além deste mundo de ira e de lágrimas,
Diviso apenas o horror das sombras
Entretanto a ameaça dos anos,
Me encontrou sempre sem medo.
Por mais estreita que possa ser a porta,
Seja qual for o castigo imposto,
Sou senhor do meu destino,
O capitão de minha alma.
Willian Enerst Henley
domingo, 19 de agosto de 2007
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Aqueles sem alma!
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